segunda-feira, 11 de abril de 2011


silencioso, é o novíssimo caminho de vida. silêncio-me nas poderosas palavras do silêncio.

Retenho-me do enorme barulho do sliêncio, que se entranha dentro dos meus ouvidos e me faz confusão na minha cabeça.

O silêncio é muito barulhento.

não estou a saber lidar com ele.

Refugio-me num lugar seguro.

Ou melhor, tento. na verdade, esse silêncio que me perturba acompanha-me em qualquer lado. Peço, imploro que se afaste mas ele não respeita.

Sinto-me mais uma vez sozinho.

Com vontade de cometer todas as loucuras, como quando tinha 12 anos. afinal, o que se estará a passar.

Será que tudo o que vivi não deu em nada.

Todos os anos, que julgo se terem realizado não passaram de meros sonhos e insignificantes ilusões (...) não posso crer.

Pensava que a vontade de curtar os pulsos, já tinha passado.

Que a vaidade em me suicidar já tinha fugio em pune. eu ensina-ra algumas pessoas, que hoje ainda se cruzam na minha vida e me agradecem o facto e a disponibilidade que dei, para as fazer perceber coisas erradas.

Limitei-me a fazer o certo.

O merecido. mesmo, ainda não conhecendo, eu não me 'perdoei'. nao liguei a birras, inseguranças e insignificancias. atirava-me de cabeça, sem dó nem piedade de mim mesmo.

Na mais pura da verdade, por outros.

No inicio, todos me tratam pelo menino perfeito. sem defeitos. sem interrogações. sem problemas. forte e no entanto sensivel.

Eu aviso antecipadamente, no mundo onde vivo.

A pessoa que eu sou. que tudo o que me rodeia e faz parte do meu dia a dia, não é um mar de rosas.

Não sou um conto de fadas.

Eu aviso previamente e ninguém quer acreditar.

Na altura, que erro, todos me julgam de uma vez só. não perdoa o facto de errar é humano !

Eu tambem sou um ser humano. não sou o princepezinho mais valioso do conto de fadas mais belo que só quer bem a todos. tenhos os meus problemas. amo muita gente e no entanto, não suporto outra tanta.

Todos me jogam a cara as asneiras mas ninguem se lembra, que fui eu que deitei a mão, mesmo quando não conhecia.

Começo a pensar, que quando passo na vida de uma pessoa, tenho apenas uma missão a comprir. Quando essa mesmo se concretiza, eu desapareço. eu voo por entre as planices mais altas, à procura de mais uma vida para mudar. mudar e melhorar. sinto-me bem, enquanto ajudo. o mais certo, é que fico mal, quando me prejudicam. moral da história : somos todos diferentes e no entanto todos iguais.

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